Valparaiso Vinhos e Vinhedos

A Valparaiso Vinhos e Vinhedos tem vinhedos próprios, castas diferenciadas, colheita manual, leveduras selvagens, clarificação natural e sem filtragem. Esta é a filosofia deles de mínima intervenção para o máximo potencial da uva.

 

  • Agricultura: em conversão para orgânico
  • Vinhedos próprios: sim
  • Qtd. de garrafas produzidas: 30.000 a 35.000 garrafas ao ano
  • Vinificação: natural com adição de SO2

Rodrigo Veraldi Ismael

  • Vinícola

Os Vinhos Artesanais Entre Vilas são produzidos no Altiplano do Baú, desde 2008, a 1600 metros acima do nível do mar, na serra da Mantiqueira, no município de São Bento do Sapucaí-SP. A condução dos vinhedos é feita com o mínimo de intervenção possível pois as vinhas são protegidas com uma estrutura que as protege das chuvas, minimizando a ocorrência de doenças e também oferecendo uma perfeita maturação das uvas.

  • Restaurante

Seguimos os princípios básicos do movimento Slow Food, que prega o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção, os produtores. O Slow Food opõe-se à tendência de padronização do alimento no Mundo, e defende a necessidade de que os consumidores estejam bem informados, se tornando co-produtores.

 

  • Agricultura: sustentável
  • Vinhedos próprios: sim
  • Vinificação: natural

Vivian Vitorelli & Sara Valar

“O projeto Casa Viccas nasceu da paixão pelo vinho das sócias Sara e Vivian. No ano de 2019 fizeram as primeiras vinificações.
As produções de vinhos brancos macerados, tintos e pet nats são em pequenas quantidades, com leveduras indígenas, sem filtragem e sem adição de produtos enológicos.”

Escrito por Vivian Vitorelli & Sara Valar

 

  • Agricultura: convencional
  • Vinhedos próprios: não
  • Qtd. de garrafas produzidas: 400 garrafas
  • Vinificação: natural

Vanessa Medin

“Acredito ser a mais jovem produtora de vinhos de vinificação natural em idade e tempo também.
Nasci no dia do enólogo e talvez isso já fosse um aviso do universo, sou filha, neta e bisneta  de viticultores, cresci em meio aos parreirais, desde muito cedo tornei-me apaixonada por este universo, já em minha adolescência, decidi que queria trabalhar com vinhos.

Trabalhei em vinícolas de grande, médio e pequeno porte. Comecei no mundo do vinho em 2008 onde tive um rápida passagem pela Cooperativa Aurora no turismo, minha primeira chefe foi Eliane Frare, eu usava aqueles vestidões. No mesmo ano fui para Miolo Wine Group, onde tive o contato com o primeiro chefe enólogo da vida Paulo Giacomoni era o chefe do engarrafamento, setor em que iniciei, como assistente de produção, em seguida fui para turismo e comecei a cursar o superior em Enologia e logo vi que o turismo não era o que fazia meu coração bater mais forte, não que eu não gostasse mas ainda não havia me encontrado! Em 2011 voltei para área técnica graças a uma oportunidade dado pelo Miguel Ângelo Vicente Almeida(enólogo), primeiramente fazendo um treinamento no laboratório para ir para a unidade do Seival( Campanha Gaúcha ) na safra 2012, que abriu portas para uma experiência na unidade do Vale do São Francisco com Flavio Durate (enólogo) e quando voltei para Serra fui para o Laboratório, na safra de 2013 e 2014 tive a oportunidade de trabalhar com o Giuberto Simonaggio(enólogo) diretamente na elaboração, passei também rapidamente e concomitante com a Miolo pela Pizzato em 2013 onde trabalhei como estagiária nos finais de semana no turismo e em 2014 fui para Bueno Wines. Mas o seu contato com a  vinificação natural, aconteceu somente no final de 2015, quando fui trabalhar no Atelier Tormentas, foi paixão a primeira vista!

Além do conhecimento e da experiência adquirida nas empresas que trabalhei, tive a oportunidade de conhecer pessoalmente, alguns dos principais nomes do vinho natural da Europa em viagens para Europa.
Encantei com o mundo do vinho “natural”, passei a sonhar em  produzir vinhos que acima de tudo, representassem a minha filosofia de vida, vinhos com alma e identidade, verdadeiros, saudáveis, puros, sem  adição de  produtos enológicos, sem correções ou mínima intervenção. Vinhos livres… Em 2018 comecei a colocar meus sonhos em ação e fiz uma pequena vinificação, este foi meu início…
Sou grata a todas as pessoas e oportunidade que tive!”

Escrito por Vanessa Medin

 

  • Agricultura: em conversão
  • Vinhedos próprios: sim
  • Vinificação: natural

Rubem Kunz

“Minha proposta é fazer vinhos pelo método natural, sem intervenções químicas.

Tenho vinhos de uvas americanas orgânicas e viníferas de manejo convencional de viticultores que tentam usar produtos biológicos sempre que possível e que fazem uso muito racional de defensivos sintéticos. Tenho uma vinícola própria em processo adiantado de registro no MAPA.  Respeito o calendário lunar para as trasfegas. Todo o processo desde a colheita até o envase é feito por mim. A produção foi de 2800 garrafas em 2021.”

Escrito por Rubem Kunz.

 

  • Agricultura: convencional
  • Vinhedos próprios: não
  • Vinificação: natural

Lizete Vicari

“Domínio Vicari é um projeto de agricultura familiar em Monte Belo do Sul, localizado no coração da região vitivinícola da Serra Gaúcha, conduzido por Lizete Vicari e seu filho, o enólogo José Augusto Vicari Fasolo.
Focado na produção de vinhos de fermentação espontânea com mínima intervenção e sem a utilização de insumos enológicos, o projeto nasceu no ano de 2007 na Praia do Rosa em Santa Catarina.
Vinificando uvas oriundas da Serra Gaúcha produziram-se na safra de 2008 os primeiros vinhos da Domínio Vicari, um Riesling Itálico e um Merlot, a partir da safra 2014 passaram-se a utilizar também uvas provenientes da Serra Catarinense.

Em 2016 o projeto muda-se para Monte Belo do Sul, após a aquisição de uma pequena propriedade onde imediatamente começa a conversão para agricultura orgânica, são cerca de 1,7 Ha de vinhedo com as variedades Riesling Itálico, Pinot Noir, Chardonnay e Vermentino.
Desta forma, a Domínio Vicari vem produzindo vinhos de vinificação natural de diversos terroirs brasileiros, sempre procurando parcerias com produtores que visam a redução do uso de defensivos, hoje já foram vinificadas mais de 20 variedades diferentes, sempre buscando a máxima expressão da fruta e sua origem.

Vinhos únicos, elaborados por processo artesanal com acompanhamento absoluto, produzidos com leveduras selvagens, não são clarificados e nem filtrados, não fazem passagem por madeira e não contém dióxido de enxofre adicionado, vinhos sem aditivos para que a uva expresse todo o seu potencial. Vinho sem máscaras.”

Escrito pela equipe Domínio Vicari

 

  • Agricultura: convencional
  • Vinhedos próprios: não
  • Vinificação: natural

Ana Maria e Caio Mincarone

“A Cantina Mincarone é um projeto de vinícola familiar. Ana Maria Mincarone, jornalista de formação, estudou permacultura, astrologia, calendário Maia e outras vertentes esotéricas antes de resolver fazer suco de uva por extração a vapor e iniciar um curso de agricultura biodinâmica para a implantação de um vinhedo de uvas americanas na propriedade da família em Porto Alegre. Seu filho Caio Mincarone, fotógrafo de surf que mora em Florianópolis, entrou de cabeça no projeto, que então passou a focar na produção de vinhos… e o vinhedo ganhou mudas de castas europeias, principalmente nebbiolo (que produziram os primeiros cachos em 2022), mas também testando alvarinho, arinto, sangiovese, barbera, semillon e marselan. As primeiras vinificações aconteceram em 2017 sob a batuta da mestra Lizete Vicari e de seu filho José Augusto. Ana e Caio aprenderam os processos de vinificação ancestral e desde então seguem fazendo micro-vinificações experimentando diversas castas e terroirs nos mais de 20 rótulos produzidos a cada safra.

Os vinhos tranquilos Minca, tanto os tintos quanto os brancos (ou laranjas), são feitos com maceração pelicular até quase o final da fermentação alcoólica. Vinificados naturalmente, sem uso de insumos enológicos e utilizam pequenas doses do conservante sulfito (SO2) apenas se necessário, fato raríssimo até hoje. A fermentação é espontânea, com leveduras indígenas em tanques inertes. Não se realiza filtragem, clarificação, chaptalização e nem correções em geral. Em cada garrafa se encontra apenas mosto fermentado de uvas viníferas para melhor expressão do terroir.”

Escrito por Caio Mincarone

 

  • Agricultura: convencional e orgânica, dependendo do vinho
  • Vinhedos próprios: sim
  • Vinificação: natural

Acir Boroto

“Nos inserimos na produção orgânica nos anos 90 e há 10 anos a propriedade é 100% orgânica. Produzimos o primeiro espumante orgânico do Brasil. Há 4 anos estamos fazendo vinhos e espumantes orgânicos, natural e sem conservantes. Também fazemos charcutaria artesanal com os animais criados na propriedade.”

Escrito por Acir Boroto

“Vinhateiro de Garibaldi, Rio Grande do Sul, Boroto cultiva vinhedos orgânicos desde 1986.
O primeiro espumante orgânico certificado brasileiro é dele. Sua propriedade tem 16 hectares de produção orgânica de uvas, frutas, hortaliças, e alguns de seus vinhedos, como os de Isabel, são centenários. A partir de 2018 – ano deste depoimento – começou a vinificar naturalmente sem adição de SO2, com uvas de vinhedos próprios como Polenta, Isabel, Niágara e Moscato. Boroto produz espumantes, vinhos, sucos, além de charcutaria artesanal. É sócio-fundador de uma das cooperativas de produtos orgânicos regionais, a Coopeg, e elabora seus vinhos em uma colônia afastada do centro urbano de Garibaldi.”

Escrito por Lis Cereja

 

  • Agricultura: orgânica
  • Vinhedos próprios: sim
  • Qtd. de garrafas produzidas: 1000 garrafas
  • Vinificação: natural

Guilherme Alves

“Sou sociólogo de formação. Comecei a me enveredar pelos caminhos da vinificação em 2016 por valorizar produtos artesanais, por me sensibilizar com o resgate dos saberes tradicionais e ser apaixonado por vinho. Entendo que a importância do trabalho artesanal está em produzir alimentos autênticos, sinceros e repletos de qualidade, além de aproximar o produtor do seu consumidor final.”

Escrito por Guilherme Alves

 

  • Agricultura: convencional
  • Vinhedos próprios: não
  • Qtd. de garrafas produzidas: depende do rótulo, varia entre 250 a 450 garrafas
  • Vinificação: natural